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IEEE desenvolve soluções robóticas para reabilitação física

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Com expertise em Robótica e Controle de Automação,  Antonio Lanari Bo, Membro do IEEE, organização profissional dedicada ao avanço da  tecnologia em benefício da humanidade, e professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade de Brasília, desenvolveu projeto do triciclo chamado “EMA Trike” (Empowering Mobility and Autonomy – “empoderando mobilidade e autonomia”, em português), por seu conhecimento como competidor de triatlo de longa distância e no desenvolvimento de sistemas de eletroestimulação.

O Trike é capaz de contribuir para a reabilitação de paraplégicos, pois possui tecnologia baseada em Estimulação Elétrica Funcional (EEF), em parceria com o Laboratório de Automação e Robótica (LARA) e do Núcleo de Tecnologia Assistiva, Acessibilidade e Inovação (NTAAI). O triciclo já foi utilizado para competir pelo Brasil na Cybathlon – também chamada de Olimpíada Biônica. Por seu projeto ligado a reabilitação de pessoas com mobilidade reduzida, foi convidado a conduzir a tocha paralímpica no Distrito Federal, em 2016.

Além deste projeto, o IEEE conta com outros projetos globais voltados a aplicações de robóticas em saúde e reabilitação.

Ming Liu, Membro do IEEE, é professor Assistente de Engenharia Eletrônica e de Computação na Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong e desenvolveu cadeira de rodas, com técnica de robótica inteligente semelhante a um transformador. Com tecnologia utilizada em veículos autônomos, permite que os usuários subam escadas e navegue por calçadas esburacadas. A cadeira de rodas de Liu oferece liberdade para pessoas com deficiências físicas ou lesões, permitindo que realizem uma série de atividades anteriormente fora do alcance.

Jayakrishnan T , membro Life do IEEE, é CEO da Asimov Robotics, na Índia, e desenvolveu robô de assistência domiciliar, que visa oferecer assistência à pessoas com deficiências, doenças crônicas ou déficit cognitivo, auxiliando em suas atividades diárias. O robô de Jayakrishnan T. também pode ser implantado em clínicas autônomas para prestar assistência aqueles que vivem em áreas rurais, que podem não ter acesso imediato a instalações médicas.

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