Startup de cannabis para bem-estar prevê faturamento de 800 mil já no segundo ano de operação

Ainda jovem no mercado, a Humora é uma empresa brasileira que auxilia no tratamento e processo de aquisição de produtos à base de cannabis. Com tecnologia única no mercado brasileiro, iniciou sua trajetória oficial em 2023. Para este ano, os planos são se solidificar como referência em produtos à base de CBD com foco em bem-estar, alcançando um faturamento de R$ 800 mil. Com ativos que ajudam a aumentar a libido, diminuir a TPM e dores musculares, melhorar o sono e aumentar a imunidade, a empresa vê oportunidade de expansão com surgimento de novas aplicações como controle da ansiedade e disposição social através de novas fórmulas e apresentações vindos dos EUA.

“Sem dúvida, tivemos um ano incrível. A Humora deixou de ser apenas uma ideia na tese e na especulação do negócio para se tornar uma realidade. Estamos confiantes no cenário da cannabis em nosso país, sempre com uma abordagem fresca, voltada para a saúde e o bem-estar dos brasileiros. A Humora representa um novo caminho de tratamento com produtos à base de cannabis medicinal. Não o encaramos como um último recurso, mas sim como um primeiro passo. Basta querer equilibrar seu sistema endocanabinoide”, destaca Ana Júlia Kiss, fundadora e CEO da Humora.

Além de assessorar em todo o tratamento, a empresa também facilita o acesso a produtos de canabidiol em combinação com fitoterápicos, produzidos a partir de nanotecnologia que incorpora CBD isolado em uma fórmula à base d’água, ao invés de óleo, como comumente oferecido no mercado. Produzidos na Califórnia, os sprays da Humora são de uso sublingual, com sabor de menta e isentos de THC.

“Consolidamos nosso time e  estamos em constante  compreensão desse mercado tão novo e mutável. Contando agora com uma equipe ainda mais especializada, estamos alocando nossos esforços em atingir, cada vez mais,  maior equilíbrio operacional e estabilidade financeira. Pretendemos focar integralmente em vendas, otimização dos canais existentes e identificação de novos. Vamos avaliar  sobre a adição ou substituição de itens no portfólio,  mas sem perder o foco no propósito de promover saúde  e bem-estar aos pacientes”, finaliza Ana Júlia.

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