Pesquisa realizada pela Philips aponta que 84% dos líderes de saúde brasileiros apostam em prontuário digitais para potencializar a transformação digital

A Royal Philips anunciou a publicação de seu relatório Future Health Index (FHI) 2021 Brasil: “Um futuro resiliente: líderes do setor de saúde enxergam para além da crise”. Em seu sexto ano, o estudo foi realizado em 14 países, incluindo o Brasil, sendo a maior pesquisa global do gênero a analisar as prioridades atuais e futuras dos líderes do setor de saúde em todo o mundo.

O relatório apresenta a opinião dos líderes do setor de saúde — incluindo diretores executivos, financeiros, de tecnologia, operacionais, entre outros — em relação aos desafios que vêm enfrentando desde o início da pandemia e quais são suas prioridades atuais e a longo prazo, revelando uma nova visão para o futuro da saúde. Com foco no atendimento centrado no paciente facilitado por tecnologias, o segmento caminha para uma nova fase com ênfase em parcerias, sustentabilidade e novos modelos de atendimento, dentro e fora do hospital.

“Durante a Covid-19, os líderes do setor de saúde vivenciaram momentos estressantes para se adaptarem e atuarem durante a crise, trabalhando em conjunto com o objetivo de mitigar os efeitos da pandemia. Mesmo com o cenário desafiador, é possível notar que esses profissionais estão otimistas em relação ao futuro e à transformação que o segmento está passando”, disse Fabia Tetteroo-Bueno, diretora executiva da Philips na América Latina.

Apesar de seu histórico positivo na gestão de outras emergências públicas — como o Zika vírus, por exemplo — o Brasil, como o resto do mundo, também enfrentou obstáculos para lidar com o novo coronavírus. Mesmo com os melhores esforços dos profissionais de saúde, o país contabilizou uma alta taxa de contaminação e óbitos, ao lado da Índia e dos Estados Unidos.

Segundo Patrícia Frossard, Country Manager na Philips do Brasil, o relatório Future Health Index 2021 chega em um momento crucial para que o setor entenda exatamente como os diversos agentes podem trabalhar em conjunto para transformar a saúde na região. ” As prioridades dos líderes de saúde brasileiros, hoje, incluem uma melhor preparação para responder à crise da Covid-19 e o aumento da eficiência das instituições de saúde para o futuro”, diz.

Conheça os principais insights que o Future Health Index 2021 traz em relação ao Brasil.

Transformação digital

Como parte desse novo cenário, esses líderes deram início a um processo de transformação digital baseado em três pilares

os impedem de se preparar para o futuro, enquanto 44% dizem que é necessário treinar ou educar a equipe sobre o uso dessas soluções para implementar uma saúde de qualidade e otimizada.

“Em 2020, nós já tínhamos identificado essa lacuna no setor de saúde. Inclusive, os jovens profissionais de saúde pontuaram a necessidade de incorporar esse tipo treinamento como uma das atividades acadêmicas para que se preparem e serem capazes de usar os dados digitais do paciente de forma mais eficaz”, diz Patricia.

Aprendendo com o passado, otimista quanto ao futuro

De acordo com a pesquisa, 86% dos líderes do setor de saúde no Brasil estão confiantes na capacidade do sistema de saúde do país de prestar um atendimento de qualidade. No entanto, 75% dos entrevistados citam a pandemia como uma das principais forças externas que os impedem de se preparar para o futuro, sendo que 68% estão focados em achar caminhos para enfrentar a Covid-19 e 53% concentrados em aumentar a eficiência de sua unidade médica.

Como elaborar sistemas sustentáveis para prestar um melhor atendimento

No que se refere à mudança de comportamento entre os pacientes devido à pandemia, espera-se que haja um aumento no atendimento domiciliar nos próximos três anos, possivelmente impulsionado por tecnologias digitais de saúde, entre elas os serviços de telessaúde.

O aumento dos serviços de cuidados domiciliares pode ser atribuído a diversos fatores, como o envelhecimento da população, menos leitos hospitalares disponíveis e a organização de um atendimento orientado ao paciente. A telessaúde também começa a contribuir para essa nova realidade.

Atualmente, apenas 3% dos líderes brasileiros do setor de saúde dizem que implementar práticas de sustentabilidade em seu hospital ou estabelecimento é uma prioridade máxima, mas esperam que isso mude no futuro, com 60% deles afirmando que as práticas de sustentabilidade se tornarão prioridade daqui a três anos. Por essa razão acreditam que a sustentabilidade também é um tema importante que precisam abordar.

Existem ótimas oportunidades, como implementar soluções de ecodesign e consumo responsável de energia, bem como soluções digitais: monitoramento remoto, software baseado em nuvem e ferramentas digitais inteligentes que, de modo geral, aumentam a eficiência da gestão hospitalar.

“O relatório Future Health Index 2021 Brasil revelou que os líderes do setor de saúde estão concentrados em oferecer um sistema de saúde sustentável e centrado no paciente, por meio de tecnologias digitais. Vejo um valor significativo em modelos mais integrados, liberando o poder dos dados e da inteligência artificial e, ao mesmo tempo, otimizando o atendimento em todo o continuum de saúde em nossa região para melhorar o acesso à saúde”, conclui Patrícia Frossard.

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