A transformação digital como diferencial competitivo para instituições de saúde

O debate sobre a transformação digital na saúde está cada vez mais maduro, com a substituição de processos manuais pelas vias digitais. Mas ainda existem instituições que, seja por questões de orçamento ou outros motivos, ainda não se adequaram à jornada digital do paciente.

Dentro deste cenário, precisamos reforçar a importância da transformação digital de processos, não somente implementando softwares, mas mudando de fato a cultura da organização.

Segundo levantamento do Grand View Research, o mercado global de saúde digital deve crescer anualmente 18,6% até 2030, o que demonstra a crescente na busca por soluções digitais que transformem a experiência do paciente.

A tendência global de mudança para o virtual segue em crescimento, mesmo depois da aceleração inesperada provocada pela pandemia de Covid-19, que tanto afetou a nossa sociedade.

Após todo esse caminho dos últimos anos e as projeções para o próximo, os passos seguintes já estão sendo dados, através da cultura de dados e das informações dos pacientes para a personalização do atendimento.

De acordo com estudo publicado pela consultoria Deloitte, até o ano de 2040, fluxos de dados de saúde serão essenciais para um quadro altamente personalizado de atendimento para os consumidores.

O mundo, que já podemos dizer como digital, será ainda mais segmentado para a assistência médica, considerando as particularidades de cada pessoa atendida. No entanto, é preciso criar as bases para o próximo passo de uma maneira completa.

Apesar de termos porcentagens altas quanto ao registro de informações em sistemas, é necessário olhar a jornada como um todo, considerando questões como a integração, interoperabilidade e usabilidade por parte dos profissionais.

E o primeiro passo para isso está na transformação digital, através de parceiros confiáveis e que irão levar uma rotina virtual segura e ágil para profissionais e pacientes.

O hospital/clínica do futuro passa pela urgência da transformação dos fluxos e o entendimento de que a tecnologia é um investimento, e não um gasto.

Bruno Trindade, Diretor Executivo da Healthcare Alliance.

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