Pandemia acelerou ações disruptivas na indústria da saúde, diz Conahp

O último dia do Congresso Nacional de Hospitais Privados (Conahp) encerrado na ultima sexta-feira, 20, contou com um importante debate entre as lideranças do setor sobre as ações disruptivas na indústria da saúde em meio à pandemia. Realizada na manhã desta sexta-feira (20), a plenária teve a participação de Sidney Klajner, presidente do Hospital Israelita Albert Eisntein; Luiz Fernando Reis, diretor de ensino e pesquisa do Hospital Sírio-Libanês e André Costa, diretor geral e técnico do Mater Dei Betim Contagem, moderados por Mohamed Parrini, CEO do Hospital Moinhos de Vento.

Apresentando as iniciativas de um dos hospitais brasileiros de referência no cenário internacional, Klajner destacou as parcerias com o poder público, a ampliação da capacidade operacional e o investimento em pesquisas. “Nesse período, a capacidade colaborativa se fez presente e necessária. Realizamos uma importante parceria com a prefeitura de São Paulo para a construção do Hospital de Campanha do Pacaembu, que ficou pronto em 10 dias”, contou.

Destacando as contribuições relevantes da ciência brasileira nesse momento de ações disruptivas, como as vacinas desenvolvidas pela FioCruz e pelo Butantã, Reis endossou o coro sobre a importância da disseminação desses estudos. “Precisamos de mais responsabilidade na transformação desse conhecimento gerado, em benefício para a população”.

O representante do Mater Dei Betim Contagem trouxe aos holofotes uma importante questão em relação à separação de fluxos e arquitetura hospitalar, a fim de criar ambientes seguros, mesmo durante uma pandemia. “Ninguém mais vai pensar na construção de hospitais sem um olhar de reestruturação, com áreas isoladas e com plasticidade para crescerem e diminuírem”, ressaltou.

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