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Países europeus dificultam exportação de respiradores artificiais

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A Hamilton Medical, um dos líderes mundiais na fabricação de respiradores artificiais, aumentou a produção em 50%, mas ainda não consegue atender à demanda.  Os funcionários da empresa no sudeste da Suíça estão agora trabalhando 24 horas por dia e solicitaram autorização para trabalhar aos domingos, disse à swissinfo.ch o diretor Andreas Wieland.

Wieland estima que a demanda por seus aparelhos médicos de respiração é tão alta que, para manter o ritmo, eles precisariam produzir em um mês a quantidade de um ano em condições de vida normal (1.500 a 2.000 unidades).

A sua principal concorrente – a Draegerwerk, sediada na Alemanha – recebeu ordens do governo alemão de parar as exportações, assim a Hamilton é um dos poucos produtores na Europa que ainda fornece respiradores para outros países. A Itália duramente atingida é um país prioritário para a empresa, o que significa que grandes encomendas de outros clientes, como o Exército dos EUA, estão em espera.

Resta saber se o Conselho Federal da Suíça também seguirá seus vizinhos, proibindo a exportação de respiradores e outros materiais médicos de emergência, como máscaras. A demanda é alta na Suíça, que tem cerca de 1.000 a 1.200 ventiladores em hospitais. A Hamilton está trabalhando para atender às necessidades domésticas, mas limita a quantidade fornecida a cada hospital com base na infraestrutura e no pessoal.

Além do pessoal, um dos principais gargalos para a Hamilton é o fornecimento de componentes. Por exemplo, a Romênia classificou recentemente um componente como um “dispositivo médico”, impedindo assim a sua exportação para a Suíça.

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