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Healthtech facilita acesso à cirurgia de catarata a idosos de baixa renda

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Para comemorar o Dia dos Avós, nesta terça-feira, 26, a startup Central da Visão oferecendo seus serviços a pessoas sem plano médico, em especial idosos que necessitam de cirurgia oftalmológicas e que estão na fila do SUS, a recuperar a melhor visão. A  healthtech destaca que a perda da capacidade visual afeta principalmente pessoas acima de 50 anos, faixa etária mais propícia a apresentar quedas constantes, com fraturas graves, doença de Alzheimer e outras que afetam a memória e o cérebro. Estudo desenvolvido pela Universidade de Washington, publicado ano passado na revista científica Jamal, indica que a cirurgia de catarata pode reduzir até 30% o risco de demência na população idosa.

A Central da Visão permite acesso de pessoas sem plano médico a realizar a cirurgia de catarata em clínicas particulares e com condições mais acessíveis. Cirurgiões oftalmologistas experientes cedem horários vagos de suas agendas e assim, com maior ocupação dos centros cirúrgicos, diluem os custos fixos das clínicas, permitindo o desenvolvimento de pacotes completos de cirurgia com condições mais acessíveis e formas facilitadas de pagamento.

No nicho de atuação da startup, a catarata é a cirurgia mais procurada. Processo natural de envelhecimento do cristalino, lente natural dos olhos, opacifica e impede a passagem dos raios que alcançam a retina e formam as imagens. A piora progressiva pode levar à cegueira e é responsável por 51% dos casos no mundo. Reversível cirurgicamente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% dos casos de cegueira seriam evitados com prevenção e tratamento, onde ter acesso ao atendimento oftalmológico faz toda diferença.

Entre os clientes que procuram a Central da Visão, dois terços são de filhos que procuram desesperados uma alternativa para que os pais voltem a enxergar, seja para evitar quedas, permitir à rotina de trabalho ou à vida em sociedade e, principalmente, recuperem a autoestima, abandonem a depressão e os riscos de demência precoce. Entre eles, 70% são filhas, em boa parte dos lares brasileiros chefes de família, que tem com os pais a melhor alternativa para cuidar, acolher, oferecer carinho, experiência e orientação a seus filhos. A dificuldade de enxergar, não só, anula a alternativa, como traz a necessidade da inversão de tarefas, porque passam a precisar, eles, de cuidados, impedindo a tão saudável convivência entre avós e netos.

História de recuperação é a de Isaura Martins de Farias. A filha Sandra, de 52 anos, da cidade de Lorena, do Vale do Paraíba, procurou a Central da Visão para que sua mãe, de 86 anos, pudesse voltar a brincar com os netos, sobrinhos netos e bisnetos, como sempre adorou. Há cinco anos aguardando pela cirurgia no serviço público, seus problemas de visão foram se agravando e com 80% de perda em um dos olhos, começou a ver vultos, névoas e apresentar dificuldades de visão periférica.

O médico alertou que a demora da cirurgia começava a comprometer a retina. Foi quando Sandra ouviu a orientação da sobrinha, Karen, e agendou uma consulta pela Central da Visão com o Instituto VER, do médico Caio Felipe Moraes do Nascimento, clínica afiliada mais próxima, em São José dos Campos. Feita a cirurgia em junho, Isaura comemora a volta à rotina diária que inclui os livros de palavras cruzadas, sudoku, ábaco e até o baralho, enquanto prepara-se para reunir a família em casa no seu aniversário, em agosto, com tudo o que adora: comida de vó, jogos e muito carinho dos netos.

A dificuldade para enxergar traz também outros prejuízos à vida dos idosos. Segundo a OMS, de 28% a 35% dos idosos, com mais de 65 anos de idade, sofrem um episódio de queda ao ano e a proporção aumenta para 32% a 42% entre os de 70 anos, sendo que 5% a 6% delas levam a fraturas que tendem a ser imobilizantes e graves. Além das condições da via pública — calçadas quebradas e irregulares, iluminação insuficiente —, a perda da acuidade visual está entre os fatores que impactam esta proporção, portanto a cirurgia de catarata aparece entre as soluções que, nas mãos de gestores e profissionais de saúde, seriam medidas eficazes para amenizar o cenário, já que reduzem até 34% delas.

Acontece que em 2019 já havia mais de 500 mil pacientes na situação de Isaura, aguardando a fila do SUS por uma cirurgia de catarata. Pós Pandemia, a situação se agravou ainda mais com a redução no número de atendimentos de diagnósticos e cirurgias de catarata pelo SUS – de 670 mil, em 2019, para 390 mil, em 2020 (Fonte Data SUS), uma das maiores demandas. Este GAP e o propósito de dar condições para que estas pessoas saiam da fila e voltem a enxergar, afastando o risco de quedas e retornando ao convívio da sociedade, é o que move a Central da Visão.

Em cinco anos, a healthtech já impactou mais de 5 mil vidas em todo o Brasil, com a expansão do atendimento para 13 estados, com 42 clínicas afiliadas e mais de 100 cirurgiões especialistas que já realizam para os pacientes da Central da Visão até 40 tipos de correções cirúrgicas de visão, permitindo que recuperem a autonomia, melhorem a qualidade de vida, ganhem em longevidade e até se distanciem do desenvolvimento de demências, Alzheimer e outras doenças que afetam o cérebro.

Para agendar uma consulta pela Central Visão basta acessar o site   www.centraldavisao.com.br  ou ligar no 0800 608 2130.

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