terça-feira, junho 18, 2024
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Fundação BB e Hcor criam ação para gestantes em vulnerabilidade social

por Redação
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O Hcor e a Fundação Banco do Brasil firmaram uma parceria para expandir um dos projetos de responsabilidade social promovidos pela Associação Beneficente Síria (ABS), entidade mantenedora do hospital. O apoio da fundação será dado à realização de cirurgias intrauterinas em gestantes cujos bebês são diagnosticados com mielomeningocele (MMC), malformação congênita que atinge a coluna vertebral e eleva significativamente a ocorrência de óbito do feto ou de graves sequelas no pós-natal.

A parceria, com duração prevista de 18 meses, permitirá que o número de procedimentos realizados atualmente seja dobrado. Serão beneficiadas mulheres gestantes de qualquer cidade brasileira, pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e em situação de vulnerabilidade social.

Referência em cirurgias intrauterinas, o Hcor realizou 51 intervenções do tipo no ano passado, via atuação filantrópica da ABS. “Agora, com o apoio da Fundação BB, conseguiremos ampliar o acesso da população vulnerável a um tratamento especializado de forma 100% gratuita, transformando a vida de bebês com essa malformação”, diz Fernando Torelly, superintendente corporativo e CEO do Hcor.

“Com essa parceria, a Fundação Banco do Brasil reforça sua atuação em saúde e bem-estar, com iniciativas de promoção, proteção e recuperação da saúde de pessoas em situação de vulnerabilidade em termos de acesso e qualidade dos serviços”, afirma Elisângela Zilli, presidente da Fundação BB.

Brasil ocupa 4° lugar em incidência da doença

Também conhecida como espinha bífida aberta, a MMC é a anomalia congênita mais comum do sistema nervoso central. Associada a regiões de baixo desenvolvimento socioeconômico, o Brasil ocupa a quarta posição em países com maior incidência da doença, em um estudo realizado em 41 nações. Aqui, um em cada mil nascidos vivos é diagnosticado com a enfermidade. “Se não tratada, pode levar à paralisia dos membros inferiores, em diferentes graus de restrição no desenvolvimento intelectual, disfunções intestinais, gênito-urinárias e ortopédicas”, explica Fábio Peralta, cirurgião fetal do Hcor.

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