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Saúde mental nas empresas: clínica digital registra melhora em 78% dos profissionais atendidos

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No Brasil, os pedidos de afastamento do trabalho por causa de transtornos mentais aumentaram 26% em 2020, em comparação com 2019, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). A busca por atendimento terapêutico também aumentou com a pandemia. A Telavita, clínica de saúde mental digital, registrou um crescimento de 400% nos atendimentos realizados no primeiro semestre de 2021, em relação ao mesmo período do ano passado.

Por ter parceria com os principais planos de saúde corporativos do país, a plataforma viu a demanda empresarial crescer substancialmente. “A procura de empresas que buscam atendimento para seus profissionais é crescente, uma demonstração de que a saúde mental dos empregados é uma preocupação cada vez maior nas organizações”, afirma Milene Rosenthal, psicóloga, co-fundadora da Telavita e pioneira na telepsicologia.

Dentre os serviços mais buscados na Telavita, está o Programa de Saúde Emocional (PSE) para empresas e Planos de Saúde, que realiza a medição da saúde mental do indivíduo e sugere um tipo e duração de terapia adequados a cada caso, com acompanhamento da evolução do tratamento, do início ao fim.

A clínica registrou a melhora dos profissionais atendidos pelo PSE em 78% dos casos e uma redução de 50% no custo com planos de saúde para as empresas que ofereceram o tratamento às suas equipes. Dentre os clientes da Telavita, estão Bradesco Saúde, Omint, Faber-Castell, Tirolez e Transpetro.

Com uma curadoria de profissionais diferenciada, que só aceita especialistas com experiência em gestão profissional, os serviços da Telavita têm alcançado um engajamento médio dos usuários entre 12% e 15% – no mercado, a média é 4%.

“Parte de nossos pacientes são executivos altamente capacitados. Por conta disso, buscamos parceria com terapeutas seniores que entendem o contexto dos negócios e a necessidade de alta performance”, explica Milene.

Outra preocupação da clínica é com a segurança e privacidade dos pacientes – o tratamento é 100% confidencial e a operação atende às regulamentações internacionais. Nenhuma das sessões fica gravada e o empregador não tem acesso aos dados do paciente.

Em 2022, a saúde do brasileiro dependerá do grau da maturidade digital de hospitais, clínicas e laboratórios

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