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Healthtech cria embalagens reutilizáveis para transporte de materiais biológicos

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Para evitar e dar mais segurança no manuseio e transporte de materiais biológicos — fluidos biológicos potencialmente contaminantes —, a healthtech Sheild Company Brasil lança os produtos Shield Box Bio e Shield Box Dry Ice + Bio para transportar material biológico da categoria B (UN3373). Segundo a empresa, são as únicas embalagens tecnológicas e reutilizáveis do mercado e seguem todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde, Anvisa e em conformidade com a regulamentação da ANAC IS 175-012B para o transporte de produtos perigosos, estando aprovada em laboratório acreditado pelo Inmetro nos testes exigidos pela regulamentação da IATA/ICAO — PI650.

Com tecnologia de telemetria, para acompanhamento em real time, também pode mensurar a temperatura, variação de umidade, abertura ou danos físicos em decorrência de choques, sendo também um produto tecnológico. A Shield Box Bio, por  exemplo, é uma embalagem de amostras biológicas que pode ser transportada por via aérea ou terrestre. Consegue transportar amostras na temperatura ambiente, entre 15ºC e 25ºC e de forma refrigerado, entre 2ºC a 8ºC. Sua autonomia de temperatura pode chegar até 150 horas, dependendo do perfil (verão ou inverno).

Já a Shield Box Dry Ice + Bio, também usada em deslocamentos por via aérea ou terrestre, transporta amostras em temperatura baixa, entre -90ºC a -60ºC, com a utilização de gelo seco. Sua autonomia de temperatura pode chegar até 140 horas, dependendo do perfil (inverno ou verão), e com uma utilização de gelo seco baixíssima.

“Desenvolvemos essas tecnologias para impulsionar toda a cadeia. Afinal, não será mais um risco aos profissionais que exercem atividades tão essenciais e importantes devido a contaminação. Já para o cliente B2B, traz economia e ao mesmo tempo contribui positivamente para a sustentabilidade. E para o paciente oferece a garantia de receber o diagnóstico no tempo necessário e sem risco de perda de material coletado. Nossa missão é salvar vidas e focar na sustentabilidade que essa nova tecnologia gera ao mercado”, destaca o CEO, David Bueno.

Um dos modelos de negócio para a sua comercialização é por aluguel, no qual o cliente paga uma taxa mensal, a partir de R$100/mês, e a embalagem pode ser reutilizada durante todo o período contratado, sendo descartado a cada envio somente a embalagem secundária por questão de segurança, que é onde os tubos com as amostras são transportados.

O padrão do mercado é utilizar embalagens descartáveis para esse tipo de transporte e que são descartadas 100% da embalagem itens como papelão, plástico e isopor, esse último sendo um material de difícil reciclagem e poluente. Na Shield Box, o descarte somente da embalagem secundária não representa nem 1% de todo o conjunto da embalagem, gerando economia e contribuindo para a sustentabilidade.

Praticidade e segurança

As exposições ocupacionais a materiais biológicos potencialmente contaminados têm diversas causas, desde o mau manuseio até a manipulação inadequada. No Brasil, dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) de 2007 a 2013 destacam, por exemplo, cerca de 204 mil casos de acidentes de trabalho com exposição a material biológico.

Para o professor Alberto Andrade, mestre em ciências da saúde e professor no curso de Biologia do Unasp, é fundamental ações visando à melhoria das condições de trabalho, da saúde dos trabalhadores e, consequentemente, da redução dos acidentes laborais. “O cuidado com os materiais biológicos tipo B começa desde a coleta das amostras. Todo processo de manipulação dessas amostras precisa ser rigoroso, evitando possíveis riscos. As embalagens utilizadas (coletores perfurocortantes e de resíduos) precisam ter um sistema tríplice com embalagens primárias, secundárias e terciarias, além do tamanho correto”, explica.

O CEO da companhia destaca, inclusive que a Shield Box Bio e a Shield Box Dry Ice + Bio trazem praticidade e segurança. “Essas novas embalagens chegam ao mercado para trazer mais funcionalidade, economia de tempo, fácil manuseio e segurança, evitando risco à humanidade. Também conseguem fazer transporte tanto na temperatura ambiente como de forma refrigerada e ultracongelada”, finaliza.

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