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Amazon, AACD, Fundação Dorina Nowill para Cegos e Instituto Jô Clemente anunciam Prêmio Alexa de Acessibilidade para desenvolvedores

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A Amazon, AACD, Fundação Dorina Nowill para Cegos e Instituto Jô Clemente anunciam hoje o Prêmio Alexa de Acessibilidade para ajudar a dar visibilidade e apoiar pessoas com deficiências com uso da tecnologia. Para serem elegíveis ao prêmio, participantes desenvolvedores devem criar skills de Alexa que promovam aumento de autonomia para pessoas com deficiência por meio dos produtos com Alexa, como os smart speakers da família Echo, ou o app de Alexa. Desenvolvedores por trás das skills vencedoras estarão qualificados a receber prêmios de até R$10 mil em dinheiro, dispositivos Echo, produtos de casa inteligente, e ainda escolherem uma ONG de uma lista pré-selecionada para receber doações da Amazon, que doará um total de R$100 mil em nome dos vencedores a essas entidades.

As skills serão avaliadas sob muitos critérios, incluindo usabilidade, qualidade do desenvolvimento, design, experiência do usuário e real impacto na vida de pessoas com deficiência. Desenvolvedores de 10 skills irão apresentá-las em uma rodada de pitching, na qual eles serão avaliados por um júri formado pela Amazon, as ONGs parceiras e pessoas que vivem com variadas deficiências e que são apoiadas por essas instituições.

Três vencedores serão escolhidos e serão elegíveis aos seguintes prêmios:

  • O primeiro lugar ganhará R$10 mil, um Echo Studio e escolherá uma ONG entre as pré-selecionadas para receber uma doação de R$50 mil.
  • O segundo lugar ganhará R$5 mil, um Echo Show 8 e também escolherá uma ONG para receber uma doação de R$35 mil.
  • O terceiro lugar ganhará um Echo Show 8, um Echo, um kit de casa inteligente, e escolherá uma ONG que receberá uma doação de R$15 mil.

Os 300 primeiros participantes que desenvolverem e colocarem à disposição de pessoas com deficiência skills elegíveis para o Prêmio Alexa de Acessibilidade receberão um Echo Dot. As inscrições estão abertas de hoje até às 23h59 de 17 de dezembro. Para saber mais sobre os termos e condições e como inscrever skills, acesse www.premioalexa.com.br.

“Alexa já está ajudando pessoas com deficiências a estarem mais conectadas, mais entretidas e mais independentes. Por exemplo, pessoas com deficiências ligadas à mobilidade podem ligar e desligar as luzes, pedir para tocar músicas, acertar alarmes, timers e lembretes”, diz Thais Cunha, gerente de marketing para Alexa na Amazon. “Nós construímos ótimos produtos e skills, porém, criamos o Alexa Skills Kit porque acreditamos na criatividade dos desenvolvedores para criarem funções que ofereçam mais benefícios a todos os clientes, tanto que passamos das 1.000 skills na Skill Store do Brasil, em menos de um ano desde que lançamos Alexa no país”.

Laís Souza é uma ex-ginasta olímpica e ex-atleta de ski aéreo que sofreu um acidente treinando para as Olimpíadas de Inverno em Sochi. Ela ficou tetraplégica e é embaixadora do Prêmio Alexa de Acessibilidade. “Hoje consegui várias vitórias para alguém que não mexe do pescoço para baixo: acender a luz sozinha, a TV, e até mesmo o ar condicionado posso ligar. Estou aprendendo com Alexa. Ela me possibilita sonhar em realizar várias tarefas sem a dependência de outro ser humano”, diz Laís. “O Prêmio Alexa vai dar visibilidade para nós, pessoas com deficiência que necessitam da tecnologia – não só como uma soma, mas como transformação: liberdade e independência para viver melhor”.

“Essa iniciativa mostra como a tecnologia pode ajudar pessoas com deficiência a serem mais independentes. Esperamos que este projeto, combinado com o trabalho que realizamos diariamente, tenha um impacto positivo em nossos pacientes”, diz Edson Brito, superintendente de Marketing e Relações Institucionais da AACD.

“Não há ninguém melhor do que as próprias pessoas com deficiência para apontar suas ideias e necessidades para transformar essa realidade. Esse é o grande feito do Prêmio Alexa de Acessibilidade: ouvir usuários, considerar ideias e desafiar profissionais da área de tecnologia para que, juntos, possam transformar a sociedade”, relata Alexandre Munck, superintendente executivo da Fundação Dorina Nowill para Cegos.

“No Instituto Jô Clemente, a antiga Apae de São Paulo, atuamos há 59 anos pela causa das pessoas com deficiência intelectual no Brasil. Acreditamos na importância de participar do desenvolvimento de tecnologias para a inclusão social de pessoas com deficiência”, diz Daniela Mendes, superintendente-geral do Instituto Jô Clemente. “Nós precisamos investir em tecnologias que facilitem e promovam a acessibilidade a todas as pessoas com deficiência, seja ela qual for. Para nós, projetos como esse ajudam a promover autonomia e independência e estão alinhados com o nosso propósito de construir uma sociedade na qual qualquer pessoa possa ser protagonista de sua própria história, incluindo as pessoas com deficiência. Esperamos que esse prêmio inspire as pessoas a se engajarem nessa causa”.

 

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