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Telemedicina pode estimular adesão dos homens ao cuidado em saúde

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A cada três pessoas que utilizam o recurso de teleatendimento da Unimed-Rio, duas são homens. O levantamento, feito a partir das consultas realizadas pela operadora, que atua nos municípios do Rio de Janeiro e Duque de Caxias, mostra que o recurso é uma ferramenta eficiente para aumentar o acesso, inclusive com o público masculino, que historicamente demonstra resistência ao cuidado em saúde. 

“Para os homens que, tradicionalmente, visitam menos os médicos, a telemedicina representou uma oportunidade de olhar mais para a saúde. Eles conseguiram, assim, se aproximar dos cuidados básicos, o que deve ser refletido positivamente em uma mudança de postura e de cultura a médio ou longo prazo”, afirma Denise Durão, vice-presidente e Diretora Médica da Unimed-Rio. 

Para a médica, aproveitando o mote da campanha Novembro Azul, que põe os holofotes para a saúde do homem, estimular a adesão à telemedicina pode ajudar a prevenir questões de saúde que antes apareciam por falta de acompanhamento médico. De acordo com dados da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abrange), cerca de 90% dos casos relatados por pacientes são resolvidos em consultas de telemedicina. 

Na Unimed-Rio, já foram realizadas mais de 300 mil teleconsultas desde o início da pandemia, quando o recurso foi autorizado em caráter emergencial. Mais de 71% dos clientes já confirmaram autorização para receber o teleatendimento, e o índice de satisfação entre os que já usaram o recurso é de 92,6%. “A ferramenta é fácil, prática e está a um clique de distância do médico especialista. Isso fez com que todas as pessoas pudessem se cuidar mais, mesmo no momento mais severo da pandemia”, diz Denise. 

Lançada em maio de 2020, a plataforma de telemedicina da Unimed-Rio conta com mais de 1.200 profissionais cooperados de 50 especialidades. O serviço é realizado sem custo adicional ao plano e pode ser acessado por aplicativo, disponível em todos os sistemas operacionais, ou pelo site da operadora.

A tecnologia aproxima médico e paciente, humaniza a saúde e auxilia a solucionar mais de 90% dos casos

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