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Santa Joana inicia atuação em cirurgia robótica com modelo mais moderno do mercado

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Sempre investindo em tecnologia hospitalar e infraestrutura, o Hospital e Maternidade Santa Joana dá início a realização de procedimentos cirúrgicos com o robô Da Vinci Xi, modelo de última geração. Entre os muitos procedimentos ginecológicos que poderão ser realizados com a nova tecnologia estão as histerectomias, miomectomias, tratamento cirúrgico da endometriose profunda, cirurgias para correção do prolapso genital e do assoalho pélvico, além de tratamento cirúrgico do carcinoma do endométrio.

Com a chegada do modelo mais atual, o Santa Joana é um dos únicos hospitais no Brasil que conta tanto com o simulador interno como com o simulador externo, acoplados ao robô. Essa tecnologia está disponível no Centro de Simulação Realística do Hospital, espaço de treinamento onde os colaboradores e médicos aprendem como reagir de maneira coordenada no dia a dia e também em situações extremas.

O robô Da Vinci Xi permite que os cirurgiões do corpo clínico do Hospital e Maternidade Santa Joana acessem a mais alta tecnologia disponível no mercado para cirurgias minimamente invasivas. Dessa forma, a instituição se destaca entre os hospitais que mais investem em tecnologia para benefício de seus pacientes.

O procedimento é realizado por meio de técnicas minimamente invasivas, auxiliando na realização de cirurgias, principalmente às de alta complexidade. Para as pacientes, essa opção de cirurgia reduz os riscos de sangramento, o tempo de internação, a dor no pós-operatório e promove, ainda, um retorno mais breve às atividades do dia a dia, que em média são de sete dias. Já para os cirurgiões, o robô oferece, além de uma ergonomia mais adequada, a visão em três dimensões e instrumentos articulados que permitem mais precisão durante a cirurgia.

Uma das principais vantagens do equipamento em relação ao modelo anterior é a câmera menor, mais leve e mais fina, o que permite que ela seja utilizada em todas as portas de acesso, conhecidas como punções, instaladas na paciente. Com isso, o médico tem uma maior diversidade de ângulos de visão da cavidade abdominal e dos órgãos da paciente. Ela possui 8 milímetros de diâmetro contra 12 milímetros do modelo anterior, o que melhora consideravelmente algumas questões estéticas relacionadas as incisões cirúrgicas e diminui a incidência de hérnias nesses locais.  Por contar com instrumentos cirúrgicos articulados controlados por um “joystick”, o robô proporciona ao cirurgião um melhor posicionamento dos instrumentos em pequenas cavidades do corpo humano, permitindo melhores ângulos de trabalho e movimentos mais precisos.

No modelo Da Vinci Xi, o cirurgião define a região do corpo da paciente em que a cirurgia será realizada como, por exemplo, a pelve, e uma regulagem automática do equipamento é feita antes do acoplamento do robô à paciente. No caso da necessidade de mudança de região (da pelve para abdome superior), o robô é facilmente desacoplado, a nova regulagem de região é acionada, por meio de um botão de controle para essa função, e ele se posiciona automaticamente para a nova região, sem a necessidade de movimentação da paciente, da mesa de cirurgia e dos equipamentos de anestesia. Isso tudo pode ser realizado com rapidez e precisão, diminuindo o tempo de cirurgia em relação ao modelo anterior nas mesmas circunstâncias.

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  1. […] Hospital Santa Mônica inicia processo de cirurgias através da robótica. […]

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