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Stratasys divulga benefícios econômicos e clínicos da impressão 3D nos planejamentos cirúrgicos

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Stratasys, empresa de soluções de impressão 3D e manufatura aditiva, acaba de apresentar um novo White Paper, que explora os benefícios clínicos e econômicos da impressão 3D para o planejamento cirúrgico. O novo White Paper, intitulado “A promessa clínica e econômica de impressão 3D para o planejamento cirúrgico“, foi encomendado pela Stratasys ao Quorum Consulting, uma consultoria líder em análises da indústria farmacêutica. A amostra selecionada, os documentos e a análise clínica e econômica da impressão 3D para o planejamento cirúrgico, inclui uma revisão de mais de 80 artigos médicos publicados sobre o uso de biomodelos 3D para aperfeiçoamento das estratégias cirúrgicas, bem como análises de dados econômicos, baseados em pedidos de reembolso

Usando dados do Centro de Serviços Medicare, da American Medical Association de 2015 e de recente Levantamento de Terminologia Processual e de outras fontes, a equipe da Quorum definiu o melhor padrão para avaliar o potencial benefício econômico de um melhor planejamento cirúrgico, que diminui o tempo das cirurgias, reduz eventos adversos e duração da estada no hospital.

O planejamento cirúrgico abrange todo o escopo de opções para visualizar técnicas e anatomias envolvidas em uma intervenção cirúrgica. Tradicionalmente, este planejamento de procedimentos era realizado principalmente usando modelos bidimensionais, muitas vezes baseados em tomografia computadorizada (TC) ou dados de ressonância magnética (RM), com avanços posteriores permitindo renderizações tridimensionais. Mas a impressão 3D pode criar modelos altamente detalhados e específicos de cada paciente, que podem exibir articulações complexa, permitindo que os médicos avaliem melhor as estratégias e pratiquem técnicas cirúrgicas para melhorar a eficiência e a eficácia da intervenção.

“Como a impressão 3D continua a se tornar mais amplamente utilizada em domínios clínicos, questões sobre o impacto clínico e valor econômico estão vindo à tona. A impressão 3D tem sido usada para o planejamento cirúrgico por quase duas décadas, embora recentemente sua adoção foi ampliada de modo  significativo”, afirma R. Scott Rader, PhD e gerente geral de Soluções Médicas da Stratasys. Segundo ele, isto porque mais artigos sobre estas aplicações foram publicados em 2015, do que todos os anos anteriores combinados. Os benefícios potenciais da tecnologia justificam uma consideração mais ampla pelos prestadores de cuidados de saúde e por outras partes com interesses em valor e cuidados baseados nos resultados.

A Quorum Consulting encontrou na revisão da literatura três aplicações-chave para o uso da anatomia do paciente impressa em 3D:

* Planejamento – a maioria dos médicos relatou que os modelos impressos promoviam maior familiaridade e facilidade com anatomias únicas e podem contribuir para reduzir os custos de tempo de operação, prevendo uma complexidade cirúrgica inesperada.

* Prática – o uso de modelos apresenta uma oportunidade para os médicos refinarem técnicas cirúrgicas e procedimentos complementares, com precisão e realismo, superando o uso de modelos animais ou cadáveres.

*Determinação – em vários procedimentos complexos de alto risco, o acesso aos modelos 3D precisos foi considerado valioso para determinar a estratégia de intervenção apropriada ou determinar se um paciente era um candidato apropriado para o procedimento escolhido.

O trabalho inclui um resumo de experiências clínicas e evidências quantificáveis em procedimentos-chave, nos quais tem ocorrido maior adoção de impressão 3D, incluindo cirurgia cardiotorácica, neurocirurgia e reconstrutiva

“Em geral, as conclusões da pesquisa são promissoras, com constatações que apontam promessas significativas para a impressão 3D na melhoria das métricas-chave em cirurgias, como tempo de operação, perda de sangue e período de recuperação”, acrescentou Rader.

Embora a pesquisa tenha apresentado uma das mais abrangentes análises dos benefícios clínicos e econômicos da impressão 3D no planejamento cirúrgico até o momento, o estudo também revelou a clara necessidade de investigação adicional, ensaios clínicos e análises econômicas para entender melhor como esta tecnologia pode ser melhor utilizada para aprimorar o atendimento aos pacientes, reduzindo também o tempo e o custo dentro do ecossistema de saúde.

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