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Demanda por robôs desinfetantes pode aumentar pós-pandemia, prevê IEEE

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O crescimento na demanda por robôs desinfetantes, como os usados hoje nas estações de metrô de alguns países asiáticos para desinfetar as superfícies tocadas por passageiros, pode se espalhar pelo mundo em conjunto com outras aplicações da robótica de serviço, aponta Esther Colombini,  membro do Instituto de Engenheiros Eletrônicos e Eletricistas (IEEE), maior organização técnica-profissional do mundo dedicada ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade, e professora de Robótica e Inteligência Artificial da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Passada a pandemia, ela estima que a maior procura por máquinas especializadas na segurança sanitária levará a indústria a tirar do papel estudos sobre robôs operacionais que fazem a limpeza urbana e a coleta de lixo. “Antes desta experiência, a utilidade de robôs especializados na segurança sanitária ainda não estava bem clara”, afirma Colombini.

Desde os seus primórdios, a robótica foi pensada para executar tarefas repetitivas ou trabalhos insalubres e perigosos, como operações em linhas de alta tensão ou medição de níveis de radiação. A membro da IEEE acredita que a indústria poderia planejar a ampliação da tecnologia robótica em suas plantas para ser usada em situações extremas.  Mesmo porque, durante a pandemia, o setor industrial foi um dos poucos que não paralisou suas atividades. “Os robôs poderiam fazer o transporte interno, entrega de materiais e apoio ao chão de fábrica enquanto os trabalhadores estivessem em isolamento social”, pondera.

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