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Modelo inovador leva digitalização 360° às pequenas e médias farmácias

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No varejo muito se fala sobre digitalização e na maioria das vezes esse tema está mais diretamente associado as iniciativas de e-commerce ou as estratégias de grandes corporações com capacidade de investimentos vultuosos. Contudo, a experiência da Farmarcas, administradora de farmácias independentes com 1300 unidades em 24 estados, demonstra que é possível levar a digitalização 360° para as drogarias de todo o país, independentemente do tamanho ou da sua localização. 

Atualmente a empresa administra 11 redes associativistas, a maior parte compostas de drogarias de pequeno e médio porte, mas todas possuem em comum o fato de possuírem um processo agressivo de digitalização, capaz de surpreender até as iniciativas mais bem sucedidas dos principais players do varejo. 

O processo de digitalização dessas farmácias é bastante amplo envolvendo consumidores, lojistas associados, parceiros e os próprios processos da central administrativa e os resultados obtidos recorrentemente pela Farmarcas prova de que a estratégia está sendo muito bem-sucedida. 

Números recentemente divulgados pelas grandes empresas de auditoria que monitoram os dados do setor posicionam a Farmarcas já como o quarto maior grupo do varejo farmacêutico do país (a empresa tem apenas 9 anos e inaugurou sua primeira loja associada em maio de 2012) fechando o primeiro semestre de 2021 com um faturamento de R﹩ 4,25 bilhões e um crescimento de 31,82% em comparação com o mesmo período do ano anterior. 

Um dos objetivos estratégicos da Farmarcas é que todos os processos das farmácias associadas sejam digitalizados. “Temos uma visão de digitalização em vários âmbitos, tanto automatizando os processos internos para ganho de efetividade, quanto pelo lado do consumidor, digitalizando o processo de atendimento, entendendo os hábitos de consumo e estreitando o relacionamento”, explica o Diretor Geral da Farmarcas, Paulo Costa. 

Essa visão é compartilhada pelo Diretor de Inovação da empresa Marcelo Dantas. Ele afirma que a estrutura da Farmarcas está preparada para promover a digitalização em todas as pontas, envolvendo os associados, os consumidores e os processos internos. “Para que essa inovação ocorra, é preciso que se entenda todas as etapas da operação, buscando alternativas para que a digitalização seja realmente ampla e integralmente transmitida para o associado. Assim, ele percebe os benefícios de implementar essas novidades, refletindo tudo isso nos resultados”, detalha. 

A Farmarcas parte da premissa de que o público consumidor já é digitalizado em variados níveis. Assim, o papel da digitalização é se adequar aos anseios e necessidades deles para que se tenha soluções realmente efetivas. 

O modelo associativista do qual a Farmarcas participa e que tem na figura do seu presidente Edison Tamascia um dos maiores embaixadores do movimento no Brasil é caracterizado pela capacidade de devolver ao grupo associado serviços e benefícios que dificilmente eles seriam capazes de obter individualmente, como o acesso às informações e tendencias de mercado e também a capacitação. “É fato que em muitos casos os donos de farmácias não estão familiarizados com um ambiente tão tecnológico, assim criamos uma área interna que responde por todas as iniciativas de capacitação e treinamento, para o constante desenvolvimento do grupo, tornando o tema inovação mais amigável para todos”, explica Ângelo Vieira, diretor de comunicação e operações.  

Futuro e-delivery  

Por mais que a digitalização seja muito mais do que um e-commerce, a Farmarcas já se movimenta para a implementação de um sistema para as lojas que é chamado de e-delivery e que será disponibilizado ao grupo no início de 2022. 

“Atualmente, já temos o aplicativo de celular, que quando foi implementado em 2018 abriu um novo canal de acesso dos consumidores às nossas farmácias. Agora vamos evoluir e lançar o e-delivery, que permitirá a efetivação das compras em cada loja. Isso representa um esforço de desenvolvimento imenso pois teremos estoques e precificação de 1300 farmácias diferentes sendo atualizados em tempo real”, conta Paulo Costa. 

Além dessa novidade, outras estão em processo de desenvolvimento sempre tendo como foco o crescimento, fazendo com que pequenas e médias farmácias liderem um processo agressivo de digitalização. “Nossa meta é dobrar nosso faturamento até 2025 e chegarmos ao terceiro lugar das maiores empresas do setor no Brasil. Nossa visão sobre a digitalização é um pilar estratégico para a conquista desse objetivo” completa o diretor.

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