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Facens produz escudos faciais em impressoras 3D para HC e hospitais públicos de Sorocaba

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Diante do avanço de casos de COVID-19 no Brasil, a Facens – Centro Universitário de referência de Sorocaba – decidiu montar uma “fazenda” de impressoras 3D para contribuir com a iniciativa do movimento maker, que acontece em todo território nacional, visando auxiliar instituições e profissionais de saúde. Durante um mês, 14 impressoras 3D e 7 profissionais do FabLab do Centro Universitário (membro do FabCity) produzirão cerca de 1.000 escudos faciais para proteção de médicos e enfermeiros.

A expectativa é que o primeiro lote de escudos faciais seja entregue a partir da segunda-feira, 30. Além do Hospital das Clínicas de São Paulo, A Santa Casa de Sorocaba também será beneficiada com o equipamento de proteção. Atualmente são mais de 200 instituições de saúde cadastradas nacionalmente para recebimento de materiais como este. Como os escudos faciais podem ser reutilizados após a higienização adequada, eles permitem que os profissionais de saúde não precisem trocar tantas vezes de máscaras ao longo do dia, além de oferecer proteção extra, muito necessária diante de um vírus com grande poder de contaminação.

“Vivemos um momento sem precedentes e, por sermos uma instituição reconhecida no setor de tecnologia e no âmbito social, sentimos a necessidade e o dever de contribuir de alguma forma”, explica Paulo Roberto Freitas de Carvalho, reitor da Facens.

Na última segunda-feira, 23,, a reitoria do Centro Universitário se reuniu com a superintendência do Hospital das Clínicas de São Paulo, com o objetivo de entender de que forma poderia colaborar com a força-tarefa criada no setor de saúde durante a pandemia. Além da produção dos escudos faciais, a Facens estuda outras formas de colaboração.

O projeto de produção de escudos faciais na instituição está sendo liderado pelo coordenador do FabLab da Facens, Antoni Romitti e seu time. A iniciativa também tem colaboração de Karen Abrão, responsável pela área de Saúde e Tecnologia em Saúde do Centro Universitário e da instituição de ensino mineira Newton Paiva, que contribuiu para ajustes no design do dispositivo.

“A ideia inicial é produzir ininterruptamente durante um mês, para então avaliarmos a necessidade dos hospitais em receber mais unidades do equipamento. A prioridade agora é entregar os escudos faciais dentro das normas de segurança, trabalhando com a capacidade máxima das nossas impressoras a fim de disponibilizarmos as peças da forma mais ágil possível”, afirma Romitti.

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