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Volume de dados no setor de saúde chegará a 2.314 exabytes em 2020

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A empresa de inteligência de mercado e consultoria IDC prevê que os dados de assistência médica crescerão de 153 Exabytes em 2013 para 2.314 Exabytes em 2020. O espantoso aumento se dá pelo crescimento anual de 48% dos dados em saúde e pela adoção cada vez mais comum de EMR (Eletronic Medical Records) e digitalização de registros.

Outro indicador que denota o aumento de dados no setor de saúde é a adoção cada vez mais frequente de wearables e dispositivos de monitoramento remoto. As chamadas tecnologias vestíveis podem colaborar com a lembrança de tomar um remédio, medição de pressão arterial e envio desses dados ao médico ou hospital responsável pelo tratamento de um paciente. A enorme quantidade de dados – Big Data – gerados por essas tecnologias geram importantes insights que contribuem de maneira decisiva para tratamentos e descobertas que salvam vidas.

Outra grande questão, é quanto tempo as descobertas demoram para chegar aos profissionais de saúde. Atualmente, são necessários 17 anos para que apenas 14% das novas descobertas científicas encontrem seu caminho para a prática diária.

“É possível utilizar tecnologia avançada para acelerar a rota das evidências para a prática”, explica Olaf Lodbrok, vice-presidente sênior de medicina de precisão da Elsevier. O executivo é o responsável pelo lançamento do Health Analytics, solução que desenvolve algoritmos de machine learning que extraem cinco milhões de conjuntos de dados de pacientes alemães anônimos para obter os insights e auxiliar no cuidado médico. Com essa tecnologia, que já está disponível, é possível melhorar o atendimento ao paciente e diminuir os custos das instituições de saúde e dos governos.

“Dados e evidências do mundo real estão desempenhando um papel cada vez maior nas decisões de saúde. E a comunidade científica está usando esse precioso material para apoiar as decisões de cobertura e desenvolver diretrizes e Soluções de Apoio à Decisão para uso na prática clínica”, explica Olaf.

De acordo com o executivo, com a utilização da Inteligência Artificial existem saídas de melhoria clínica, redução de variabilidades injustificadas nos hospitais, a possibilidade de insights clínicos que voltam como benefícios à prática clínica e publicação de novas práticas recomendadas, entre outros. A Elsevier possui soluções de suporte a decisões clínicas que oferecem os melhores resultados para os pacientes hoje.

“O que vai acontecer amanhã já pode ser conhecido e tratado hoje. Esse é o caminho que já estão seguindo as maiores organizações de saúde do mundo e que está disponível para todas as instituições”, finaliza.

José Luiz Setúbal, herdeiro do Itaú, investe na startup de saúde na Amparo

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