terça-feira, junho 18, 2024
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Lucro Líquido da Pague Menos alcança R$ 37,3 milhões no terceiro trimestre

por Redação
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A Empreendimentos Pague Menos, rede do varejo farmacêutico com presença em todos os estados e em 382 municípios brasileiros, divulga seus resultados referentes ao terceiro trimestre de 2022. Entre julho e setembro de 2022, a Pague Menos Standalone registrou lucro líquido de R$ 37,3 milhões, alta de 4,9 na comparação com o mesmo período de 2021.

O Ebitda ajustado de Pague Menos Standalone atingiu R$ 195 milhões no terceiro trimestre, avanço de 21,5% sobre igual intervalo de 2021. A margem Ebitda ajustada fechou o período em 8,6%, crescendo 0,7 ponto percentual em relação aos meses entre julho e setembro do ano anterior.

“Após um período de pressão de margens, em um contexto de rompimento da inércia de abertura de lojas e descasamentos inflacionários, o terceiro trimestre marca um ponto de inflexão na trajetória de rentabilidade, que volta a combinar tendência de crescimento de topline com incremento de margens”, afirma Luiz Novais, vice-presidente financeiro de relações com investidores e fusões e aquisições da Pague Menos.

Com 1.210 lojas, a Pague Menos apresentou crescimento de 11,6% nas vendas, para R$ 2,279 bilhões, sendo 6,8% de aumento em lojas “maduras”. No terceiro trimrestre, os negócios envolvendo testes de Covid-19 impactaram negativamente o resultado. Excluindo este item, o crescimento em “Mesmas Lojas” foi de 8,4%. Com os testes, o avanço foi de 7,2%. Considerando os resultados consolidados, com os dados da Extrafarma, rede adquirida em 1º de agosto de 2022, a receita bruta foi de R$ 2,653 bilhões, alta de 29,9%. 

A venda média mensal por loja da Pague Menos Standalone cresceu 3,5%, para R$ 632 mil impactado pela inauguração de mais de 100 lojas no período. Excluindo as lojas novas, a venda média mensal por loja da Pague Menos teve alta de 6,6%, atingindo R$  666 mil. Na bandeira Extrafarma, o crescimento foi de 17,1%. Segundo o executivo financeiro da companhia, o resultado é muito promissor, pois a maioria das alavancas de incremento de vendas previstas no plano de integração ainda não foram implementadas. 

Assim como observado no trimestre anterior, o desempenho de vendas no 3T22 variou consideravelmente entre regiões do país, em decorrência do surto de síndromes respiratórias relacionado ao inverno nas regiões mais frias. Considerando o portfólio de lojas maduras Pague Menos, a companhia registrou, no terceiro trimestre, crescimento das vendas ex-testes de Covid-19 de 6,8% de lojas localizadas nas regiões Norte e Nordeste, enquanto unidades instaladas nas regiões Sul e Sudeste tiveram expansão de 15,8% nas vendas.

Segundo Novais, o crescimento em ambas as bandeiras foi resultado da saudável combinação de aumento na base de lojas e de tíquete médio. O volume de atendimentos na Pague Menos, por exemplo, teve alta de 7,4%, para R$ 29,4 milhões. Ao final de setembro de 2022, a companhia registrava 18,5 milhões de clientes ativos, expansão de 24,2% sobre o terceiro trimestre de 2021. Já o tíquete médio aumentou 3,9%, passando para R$ 77,49. Na Extrafarma, o tíquete médio foi 8,7%.

Canais digitais

A participação dos canais digitais nas vendas da Pague Menos saltou de 8,5% para 11% no período. As transações pela plataforma ominichannel somaram R$ 251,6 milhões. A plataforma envolve televendas, e-commerce, app, superapps e prateleira infinita, sendo o e-commerce responsável por 54% dos negócios. Considerando também as vendas da Extrafarma a partir de agosto, as transações omnichannel alcançaram o patamar de R$ 263,4 milhões no trimestre, uma expansão de 52%, ante os R$ 173 milhões em igual período de 2021.

De acordo com Renato Camargo, vice-presidente de marketing e relacionamento com o cliente da Pague Menos, o bom desempenho das vendas digitais é resultado da melhoria no nível de serviço e de satisfação de clientes. Na plataforma do ReclameAqui, Pague Menos está entre as melhores avaliações entre os players do varejo farma, com nota de 8,5. O app Pague Menos, que acumula mais de 1,5 milhão de downloads desde seu lançamento, no quarto trimestre de 2021, sustenta boas notas nas lojas de aplicativos Google Play e Apple Store. “Consideramos estratégico o avanço da omnicanalidade em nossos negócios. Observamos evidentes vantagens nos economics de clientes omnichannel, com maior gasto médio e grau de fidelização, se traduzindo em um aumento de LTV [lifetime value].”

Entre as categorias de produtos vendidos nas duas bandeiras, o destaque é a de medicamentos genéricos, que alcançou 10,8% das vendas totais na Pague Menos e 13% na Extrafarma no terceiro trimestre. A Pague Menos registrou aumento de 25,2% nas vendas dos itens dessa divisão no período, desempenho acima da média de crescimento do mercado. “Essa categoria é estratégica para a Pague Menos pelo fato de a companhia ter como foco o cliente de classes populares”, diz Novais.

Os produtos de marcas próprias também vêm avançando na rede. Em 30 de setembro de 2022, esses itens representavam 6,6% das vendas, ante 6,3% em igual período de 2021. As transações envolvendo esses artigos somaram R$ 150,3 milhões, um incremento de 17,6% no terceiro trimestre.

Com a conclusão da aquisição da Extrafarma, a Pague Menos consolida a liderança nas regiões Norte e Nordeste, elevando a participação em 28,9%, para 18,9% no mercado, considerando Pague Menos e Extrafarma. No Nordeste, o market share das duas bandeiras juntas é de 19,4%. Na região Norte, as duas detém 15,7% do mercado.

Agora, a companhia segue para consolidar-se como o principal hub de saúde da classe média expandida brasileira. Já alcançou 36 mil vidas ativas em seu programa Sempre Bem Saúde desde o seu início em maio de 2022. O projeto consiste na adesão a um plano de assinatura em que a pessoa pode realizar consultas online e diversos serviços de saúde nas unidades da rede, como testes laboratoriais remotos, aplicação de vacinas e acompanhamento de patologias crônicas. O número de consultórios farmacêuticos, que no fim de setembro era de 1.004, nas lojas das duas bandeiras, também deve ser expandido. “Dessa forma, a rede se fortalece como um dos principais players no ecossistema de saúde brasileiro”, afirma Novais.

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