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Matchfunding do BNDES doa 8 novas usinas de oxigênio e chega a R$ 100 milhões

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O Matchfunding Salvando Vidas vai doar mais oito usinas de oxigênio para hospitais brasileiros. A iniciativa, por meio da qual o BNDES e clientes do Banco doam recursos para o enfrentamento à covid-19 no Brasil, chegou ao valor de R$ 100 milhões destinados à compra de insumos e equipamentos necessários à atuação de hospitais públicos e instituições filantrópicas que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS).  A marca foi alcançada com quatro novas doações, realizadas pelas empresas Grupo Heineken, Ômega Energia, Raia Drogasil e Engie.

De acordo com as regras do Salvando Vidas, o BNDES dobra o valor de cada real aportado pelos parceiros. As novas doações somam R$ 10 milhões, chegando a R$ 20 milhões com a parcela do BNDES.

As doações da Heineken, no valor de R$ 4,5 milhões, e da Ômega Energia, de R$ 3,8 milhões, viabilizarão a compra de sete usinas de oxigênio para hospitais. Fazem parte do projeto a Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB), parceira do Matchfunding Salvando Vidas, e as Secretarias Estaduais de Saúde, que fazem o mapeamento das regiões e instituições com a maior demanda por oxigênio.

A outra usina de oxigênio será viabilizada pela contribuição da Engie, no valor de R$ 750 mil, a ser entregue ao município de Ponta Grossa, no Paraná, para instalação na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Santa Paula. Os recursos também permitirão a compra de cilindros de oxigênio.

Em setembro, a Engie já havia aportado R$ 500 mil na iniciativa do BNDES para a compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Também para EPIs é a doação da Raia Drogasil, no valor de R$ 1 milhão. Os equipamentos serão doados a hospitais em alguns municípios nos quais a empresa possui atuação.

Salvando Vidas

O Salvando Vidas é o maior matchfunding do Brasil. Lançado em abril do ano passado, quando a pandemia do novo coronavírus se agravava no País, o projeto recebeu, em uma primeira fase de captação, doações de pessoas físicas e empresas.

Entre abril e dezembro de 2020, foram arrecadados mais de R$ 78 milhões, por meio de doações de 1701 pessoas físicas e 30 empresas, além dos aportes do próprio Banco. Até lá, foram beneficiados 562 instituições filantrópicas e hospitais públicos que atendem o SUS, com 44 milhões de EPIs, em mais de 460 municípios e 600 hospitais de todas as regiões do país.

Em fevereiro deste ano, o BNDES decidiu iniciar uma segunda etapa de captação para atender cidades que ainda sofrem com a falta de equipamento necessário ao combate da covid. Nessa fase, são aceitas doações de pessoas físicas e jurídicas, em valores a partir de R$ 100 mil. Em dois meses, novos 27 milhões já foram mobilizados para esta finalidade.

A escolha das instituições que recebem o apoio do Salvando Vidas é decidida em conjunto com a CMB, levando-se em conta a situação dos hospitais filantrópicos quanto ao número relativo de óbitos por Covid-19 nos municípios e a taxa de ocupação dos leitos. O doador, por sua vez, pode seguir o ranking definido pelo Banco ou realizar doação dirigida para instituições de saúde sem fins lucrativos que destinem 50% da sua capacidade para o atendimento gratuito da população.

A fim de tornar todas as operações transparentes, o projeto conta com a revisão independente da E&Y Brasil, que presta o serviço de forma probono. Também são parceiros do BNDES na iniciativa, a SITAWI — que faz gestão dos recursos, prestação de contas, aquisição dos itens e coordenação da campanha com o apoio da Benfeitoria — e a Bionexo, que disponibiliza sua plataforma de tecnologia para avaliação e cotação de preços junto a mais de 10 mil fornecedores e acompanha, junto com a CMB, as entregas individualizadas em cada instituição de saúde.

Informações detalhadas sobre o Matchfunding Salvando Vidas podem ser encontradas em: https://puragratidao.net/.

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