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Medtronic investe R$ 5,5 milhões para melhorar processos de hospitais

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No ano em que comemora 50 anos no Brasil, a Medtronic, uma das líderes em tecnologia na saúde, investiu R$ 5,5 milhões para criar a estrutura SVA (Serviço com Valor Agregado). O objetivo é otimizar linhas de cuidado de terapias específicas de hospitais e clínicas, ao identificar pontos que podem ser melhorados. O projeto já estava no radar da empresa, mas foi acelerado devido à alta movimentação das cirurgias eletivas, impulsionada pelo arrefecimento da pandemia.

Para implementar o SVA, a empresa fechou parceria com duas companhias europeias, uma sueca e outra dinamarquesa. Para Felipe Barreiro, vice-presidente da empresa, a estratégia beneficiará os hospitais neste momento de alta movimentação de eletivas com inteligência que envolve gestão de alta performance e parceiros conceituados, em uma dinâmica acessível e que favorecerá o mercado, já que a Medtronic tem alta escala.

Na prática, com a implementação de uma linha de cuidado, o hospital não fará simplesmente a cirurgia. Por exemplo, na linha de cuidado de câncer colorretal, um dos nossos focos, a instituição de saúde cuidará de toda a jornada do paciente por meio de tratamento multidisciplinar com profissionais especializados. Os especialistas farão desde o esboço, aplicação, gerenciamento até o acompanhamento do projeto.

O projeto tem como objetivo integrar a cadeia, garantindo a transparência nos processos e apoiar a sustentabilidade para todos: médico, operadora, hospital e indústria. “Nosso objetivo é tangibilizar o que chamamos de parceiros estratégicos e realmente auxiliar os gestores em toda a cadeia de uma determinada terapia. Com o acúmulo de informações e tecnologias, percebemos que as instituições de saúde, muitas vezes, investem milhões em sistemas complementares, sendo que muitos processos devem ser melhorados primeiro internamente. O SVA chega com a proposta de identificar gaps internos de áreas específicas que refletirão significamente na saúde do paciente e sustentabilidade da cadeia. A recomendação, agora, é olhar para dentro da caixa e solucionar gargalos internos” reflete o empresário.

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