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Quase 60% das healthtechs já receberam algum investimento, aponta estudo

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Startups e saúde foram os temas mais em voga nos últimos dois anos, por isso não é surpresa que as startups especializadas em saúde, as chamadas healthtechs, tiveram crescimento exponencial nesse período. O Mapeamento HealthTechs 2022, lançado pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups), em parceria com a Deloitte, revela que, das 215 startups mapeadas, 45% foram criadas entre 2019 e 2021, identificando uma forte relação entre a pandemia e o desenvolvimento de ideias disruptivas no setor para a melhora da qualidade de vida dos brasileiros.

O estudo, divulgado anualmente, detalha como está o segundo maior segmento de startups do país, e identifica fraquezas, problemas comuns enfrentados pelos empreendedores que utilizam a tecnologia para a melhoria de processos, atendimento ao paciente e desenvolvimento da saúde no país.

De acordo com Luiz Othero, diretor executivo da Abstartups, o cenário apresentado no estudo indica que ainda há muito espaço para inovação e desenvolvimento de tecnologias disruptivas para o aprimoramento da saúde no Brasil. “Muitas startups foram criadas especificamente para as demandas da pandemia e com a melhora da situação estas soluções vão deixar de serem necessárias, mas a tecnologia desenvolvida para isso, assim como o know-how adquirido, vai permitir que sejam criadas novas respostas para outros problemas”, explica.

Ainda de acordo com a Abstartups, mais de 32% de todas as startups do país estão concentradas no estado de São Paulo e o cenário não é diferente quando se trata das healthtechs: 34% das 215 startups mapeadas estão no estado de São Paulo e 22% estão na capital paulista, indicando que apesar dos esforços para expandir o ecossistema ainda há um longo caminho a ser percorrido e mapeamentos como este são essenciais para que sejam notados pontos de melhoria.

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