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Para 40% dos brasileiros custo é barreira para realização de exames oftalmológicos

por Redação
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Com o objetivo de ter um dia de atenção total à visão, nosso sentido mais desenvolvido, a Johnson & Johnson Vision celebrou globalmente no último dia 13 o Dia Mundial da Visão. Cerca de 80% da informação que o nosso cérebro recebe é visual, portanto, estar atento e em dia com o exame oftalmológico pode ajudar a tratar condições complexas, crônicas ou multifatoriais da saúde ocular, alerta a empresa.

Embora quase todos os brasileiros reconheçam a importância de fazer um exame oftalmológico anual, apenas metade acredita que essa atitude de fato pode evitar que a visão se deteriore, na comparação com seis em cada dez pessoas em todo o mundo. No Brasil, dentre os maiores benefícios de realizar um exame oftalmológico anualmente podemos destacar a tranquilidade de saber que estão fazendo o que é melhor para manter a sua saúde em dia, a capacidade de detectar problemas de saúde ocular precocemente e a oportunidade de tratá-los.

Os brasileiros são mais propensos do que a média global a agendar consultas de saúde, especialmente com especialistas e triagem de rotina. A busca por consultas oftalmológicas entre os brasileiros também é maior, enquanto os exames oftalmológicos para crianças se alinham com a média global.

Dicas e oportunidades de bem-estar sobre como gerenciar e proteger a saúde e a visão dos olhos, bem como inovações relacionadas à idade, são os principais tópicos sobre os quais os brasileiros gostam de aprender mais durante ou entre os exames oftalmológicos.

Um quarto daqueles que não fazem exames oftalmológicos anuais não sabem que são necessários. No entanto, quase 40% dizem que o custo é um obstáculo — 20 pontos percentuais acima da média global e de longe o impedimento mais comum no Brasil.

No Brasil, a saúde dos olhos é tão importante quanto a saúde dos dentes e da pele, e a grande maioria está disposta a pagar pelo melhor para manter a qualidade da sua visão — além disso, há um interesse maior do que a média na correção da visão e na mudança da cor dos olhos.

De acordo com pesquisa da Johnson & Johnson, cerca de um terço da população brasileira não usa nada para corrigir ou melhorar a visão. Apenas 4 em cada 10 usam óculos, mas não usam lentes de contato, em comparação com metade da população global.

No Brasil, a Sociedade Brasileira de Oftalmologia ressalta que 90% dos usuários que passam mais de três horas por dia em frente às telas apresentam algum sintoma que pode prejudicar a saúde dos olhos. Com a atenção em computadores, celulares e televisores o número de piscadas diminui e, consequentemente, os olhos são lubrificados com menor frequência, causando uma desestabilização maior do filme lacrimal.

A visão possibilita às pessoas que enxerguem melhor, se relacionem melhor e tenham qualidade de vida. E, para isso, recomenda-se que o paciente consulte um oftalmologista de confiança sobre as alternativas e opções terapêuticas mais avançadas do mercado, considerando que o suporte de um médico é essencial em todas as fases da vida de um indivíduo. Conheça abaixo as sete doenças oculares mais famosas.

Conheça as 7 alterações visuais mais comuns:

  1. Miopia: erro refrativo que afeta a qualidade visual dos olhos ao focar objetos distantes, comprometendo a sua nitidez. É um distúrbio visual crônico e progressivo, e representa a maior ameaça à saúde ocular do século 21. Há uma projeção de que metade da população mundial terá miopia até 2050, sendo quase um bilhão de pessoas apresentando um alto grau de miopia;
  2. Astigmatismo: quando qualquer uma das superfícies refrativas do olho contém duas (ou mais) curvaturas ou potências diferentes, dividindo os raios de luz e focando em locais diferentes;
  3. Catarata: perda progressiva da transparência do cristalino. Cerca de 94 milhões de pessoas são afetadas pela catarata em todo o mundo, com mais 65 milhões tendo problemas de visão devido à catarata;
  4. Hipermetropia: erro refrativo que afeta a qualidade visual dos olhos ao focar objetos próximos, comprometendo a sua nitidez. Essa condição afeta a visão de 65 milhões de brasileiros;
  5. Ceratocone: é uma patologia que acomete a anatomia da córnea, tornando-a mais fina e progredindo para fora em forma de cone, comprometendo assim a qualidade visual;
  6. Presbiopia: distúrbio visual que ocorre aproximadamente a partir dos 45 anos de idade e afeta a qualidade visual dos olhos ao focar objetos próximos. Esta condição também é popularmente conhecida como vista cansada;
  7. Olho Seco: muitos pacientes que passam por consulta oftalmológica apontam sinais e sintomas de Olho Seco. É um bom exemplo de uma doença multifatorial que muitas vezes não é reconhecida e não diagnosticada por falta de acompanhamento oftalmológico. A Síndrome do Olho Seco atualmente afeta 745 milhões de pessoas em todo o mundo.

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