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Especialistas criam plataforma que simplifica o acesso à saúde

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Com mais de 30 anos de experiência no desenvolvimento de sistemas com foco na experiência do usuário e também como cliente de saúde, Alexandre Novakoski tornou-se um especialista em projetos voltados à transformação digital em diversas indústrias. Com o conhecimento adquirido, ao longo das últimas três décadas, o executivo estudou e pesquisou a utilização de novos modelos e tecnologias para aplicação na área de saúde.

Com base nas suas pesquisas, análises e experiências, Novakoski pensou em como poderia ajudar o sistema de saúde e idealizou a base do que se tornaria a Ommed, uma startup de assistência integral à saúde, que tem a missão de ajudar as pessoas a viverem mais e melhor.

O principal objetivo da companhia é se tornar uma central de assistência à saúde que ajuda os pacientes a viverem mais por serem auxiliados pelos melhores profissionais de saúde, por meio de uma linha de cuidado organizada e integrada e por tecnologias que irão auxiliar tanto os pacientes, como os médicos e outros profissionais no diagnóstico e no tratamento de doenças.

Este projeto vem sendo projetado há mais de 16 anos e há 15 meses começou a ser tirado do papel. A iniciativa consiste em uma plataforma tecnológica avançada que armazena os registros de saúde para os pacientes e ainda contém diversos serviços que podem ser acessados facilmente.

Por meio da central de saúde Ommed, as pessoas podem encontrar auxílio profissional de uma forma simples e conveniente, podendo agendar consultas com especialistas de diversas áreas. Além disso, o portal oferece assistentes virtuais que estarão 24 horas por dia auxiliando os pacientes no cuidado com sua saúde e apoiando os profissionais na redução de erros e na produtividade.

O portal possui um sistema confiável e criptografado que está totalmente em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), a qual permite integração com outras plataformas e o compartilhamento de APIs (Interface de Programação de Aplicações).

A solução da startup foi elaborada com base nas necessidades de pacientes e de profissionais, sendo o paciente o centro para a criação do design do sistema. O objetivo do projeto é de que os seus usuários sejam os protagonistas da sua saúde e carreguem consigo os seus registros médicos, tendo a possibilidade de compartilhá-los com os profissionais que desejarem, para um ter diagnóstico e tratamento mais resolutivo.

Com sede em Florianópolis, em Santa Catarina, atualmente a empresa conta com cerca de 35 imagineers (nome dado time da Ommed). A plataforma tem a colaboração de profissionais de diversas áreas, como médicos, dentistas, enfermeiros, psicólogos, terapeutas, educadores físicos, farmacêuticos, engenheiros, programadores, cientistas de dados, administradores, economistas, designers, entre outros.

No momento, a plataforma da Ommed passa por testes de segurança e recebe refinamentos. A previsão é de que o sistema comece a operar no primeiro semestre de 2022 e de que brevemente esteja em todas as regiões do Brasil. Há também planos de, num futuro próximo, expandir internacionalmente.

Para o primeiro ano de operação, a estimativa de faturamento da companhia é de aproximadamente R$ 30 milhões. Até 2026, a empresa deve alcançar a marca de 20 milhões de usuários e cerca de 100 mil profissionais de saúde em sua central. No período, estima-se transacionar cerca de 20 bilhões de reais em serviços de saúde na plataforma, segundo estudos encomendados e entregues por uma grande empresa de consultoria internacional.

De acordo com um dos fundadores da Ommed, o médico Carlos Alberto Atherinos Pierri, especialista em Ortopedia e Traumatologia, o principal objetivo da iniciativa é ajudar as pessoas a viverem mais e melhor. “Queremos ser reconhecidos como uma plataforma que é uma central de saúde e que por meio das tecnologias Ommed possamos integrar dados e processos para melhorar a prevenção e o tratamento de doenças, além de ajudar aos profissionais da área com mais informações e ferramentas que os auxiliarão na resolução dos casos dos seus pacientes”, afirma.

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